sexta-feira, 15 de maio de 2009

Algumas coisas são boas demais para deixarmos passar.

Acordei com a luz da lua em meu rosto. Pela primeira vez ela estava tão forte ao ponto de encomodar a minha vista. Me virei para o lado oposto à janela e não pude deixar de reparar no quão belo ele ficava com aquela luz forte contrastando com a sua pele incrívelmente branca. Seus cabelos brilhavam e todas as curvas de seu rosto estavam mais visíveis do que de costume. Tentei me segurar, mas era impossível não tocá-lo. Aproximei vagarosamente o meu rosto do seu, encostando o mais leve possível os meus lábios no canto daquela boca rosada e fina. Fiquei alí por alguns segundos até vê-lo sorrir, mesmo dormindo. Foi o sorriso mais encantador. Logo que afastei o meu rosto, passei rápidamente o meu olhar por todo o seu corpo, que ainda estava coberto até o tórax. Comecei a trazer a coberta para baixo, com os toques mais leves possíveis para que não o despertasse. Ele realmente havia de estar cansado, pelo menos aparentava. Voltei a aproximar o meu rosto de seu corpo, desta vez encostando os meus lábios sobre o seu tórax, o deslizando para baixo a cada centímetro de coberta que eu retirava. Ao chegar em sua barriga, fechei os meus olhos e deslizei a lateral do meu rosto perto de seu umbigo, antes de passar os meus lábios no final de sua barriga. Senti o meu corpo se estremecer ao encostar me encostar em seu membro, e imediatamente abri os meus olhos, me desviando dalí ao lembrar de não acordá-lo. Ergui o meu corpo, afastando o meu rosto dalí e voltei a observá-lo. Depois de algum tempo, voltei a cobrir o seu corpo, entrando por baixo da coberta enquanto o fazia. Fiquei com o meu corpo de lado, virado de frente para ele, e aproveitei para envolver cuidadosamente os meus braços em seu corpo, deixando a minha cabeça apoiada sobre o seu peito. Meus olhos foram pesando ao ouvir a batida calma de seu coração, bem em baixo de meu ouvido. "Não sabes o quanto és belo, meu homem. E se soubesses o quanto te necessito, jamais sairías deste quarto." Me deixei sussurrar estas palavras antes de voltar a pegar no sono, devido ao calor dos nossos corpos.


Isso me faz falta. Me faz falta demais e eu queria MUITO poder dizer isso. Poder mostrar o quanto é verdade, mas eu não posso. Eu não sei bem como dizer, mas eu vou ter que te provar. Cara, vocês não sabem como a saudade dói. E dói mais ainda por saber que eu a tenho por perto mas ela me afasta. Deus, eu sinto tanto a sua falta! Mas eu estou aqui, supostamente firme e forte, por você. Porque você não tem vontade de olhar pra mim ou saber se eu existo. Eu queria uma explicação... Eu queria um abraço. Mas eu te amo mais do que isso. Amo a ponto de respeitar e continuar pensando, mas pouco escrevendo.

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